Voltaste a
acender essa luz
no escuro devir da minha alma, puseste luminosos sentimentos, doces beijos, alouminhos mornos
nos lábios
dos meus recordos.
E penso-te sem esforço e lembro o movimento doce dos teus olhos cor de mel
no centeio
do meu ser.
Segues plasmando no meu peito a firma eterna da tua presença quando eu morro por ver-te
com os olhos da minha mente,
com a dor da minha eterna pena. Voltaste a acender essa luz na cegueira da minha morada fria, sem brilho e fria, vazia, onde a tua ausência é tão presente que me namora a tua olhada, e sinto que os teus olhos só estão beijando latejos no meu coração. |
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viernes, 18 de diciembre de 2015
Á PROCURA DO PENSAMENTO 3
POEMA 3
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