Levas na tua
cara trémula firma
do sofrimento,
o mudo berro descarnado, sem eco,
que a dor da noite gelada
deixou na tua alma.
É onde mais doe a injustiça,
pois o corpo é finito,
volta ao pó,
mas a alma, imortal,
sofre eterna, sem final.
Suponho que dado conta estás,
que te roubaram a terra,
e que o céu tão longe de ti mostra-te
que a escada iniciada aquele dia
foi debilidade na tua mente, vã utopia.
do sofrimento,
o mudo berro descarnado, sem eco,
que a dor da noite gelada
deixou na tua alma.
É onde mais doe a injustiça,
pois o corpo é finito,
volta ao pó,
mas a alma, imortal,
sofre eterna, sem final.
Suponho que dado conta estás,
que te roubaram a terra,
e que o céu tão longe de ti mostra-te
que a escada iniciada aquele dia
foi debilidade na tua mente, vã utopia.

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