PORTUGUÊS P25
Por que me acossas tanto,
noite, com veste de veu preto,
que os olhos fechas e não
vês?
nem sentes, nem pensas
que manhã pola noite
voltarás nascer, meu escuro,
minha triste palavra muda,
meu quase dia sem sol,
meu amargo grolo de ser.
Meu pouco a pouco morrer!
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