PORTUGUÊS P28
Belos são
os novos dias,
belos são os estertores da lua
quando o sol perde a preguiça
e esquenta com sumo apreço
a nossa imperdível esperança,
que parcimoniosa descansa
entre desejos e ânsias de ser,
entre manhanceiros que procuram
a singular claridade da vida,
o eterno luminoso do sol.
E assim, entre o suor liviã
do relento da madrugada,
escolher o devir da vida
quando abre os olhos a alva.
belos são os estertores da lua
quando o sol perde a preguiça
e esquenta com sumo apreço
a nossa imperdível esperança,
que parcimoniosa descansa
entre desejos e ânsias de ser,
entre manhanceiros que procuram
a singular claridade da vida,
o eterno luminoso do sol.
E assim, entre o suor liviã
do relento da madrugada,
escolher o devir da vida
quando abre os olhos a alva.

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