No velho bacelo do “Senha”
cacei borboletas azuis,
cacei sonhos e ilusões,
cabalinhos de cartão
que trotabam para o céu.
No velho bacelo do “Senha”
apanhei uvas encantadas,
bagos redondos de prata,
ácios sangrantes de sumo
zurrichando para o chão.
No velho bacelo do “Senha”
olhei borboletas ligeiras
levar os gemidos do vento,
levar os recendos da erva
polos xebros retorcidos,
polas cepas dos vieiros.
cacei borboletas azuis,
cacei sonhos e ilusões,
cabalinhos de cartão
que trotabam para o céu.
No velho bacelo do “Senha”
apanhei uvas encantadas,
bagos redondos de prata,
ácios sangrantes de sumo
zurrichando para o chão.
No velho bacelo do “Senha”
olhei borboletas ligeiras
levar os gemidos do vento,
levar os recendos da erva
polos xebros retorcidos,
polas cepas dos vieiros.

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