PORTUGUÊS P7
VII
Porto, amor, onde amei
com tenrura estremecida.
Velhos olhos que vigiam
as inquietas águas do Douro,
em tropel precipitado,
Castelo do Queijo à direita,
Foz do Douro que me arrula
pola esquerda mais singela,
mostrando o sabor da doçura.
Junguido com a paz das gaivotas
cantam as almas das ougas,
que se estarricam penetrantes
na azeda salinidade do mar.
com tenrura estremecida.
Velhos olhos que vigiam
as inquietas águas do Douro,
em tropel precipitado,
Castelo do Queijo à direita,
Foz do Douro que me arrula
pola esquerda mais singela,
mostrando o sabor da doçura.
Junguido com a paz das gaivotas
cantam as almas das ougas,
que se estarricam penetrantes
na azeda salinidade do mar.

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