Archivo del blog

jueves, 11 de julio de 2019

Quando fech os olhos P 8

De Rabal a Vilarelho
2.- Vilarelho
h).- Quando fecho os olhos  P 8



Nº 8

Deixa-me acariñar o teu silêncio por se me sentes,
quando chove a alma desde nuvens de esperança,
regando céus azuis em oásis que nos teus olhos luzem
como estrelas vivas de nocturnos desertos.
Os espelhos da alma amencen em novos anseios,
nunca no cofre do teu interior perdidos,
enquanto a sedela da sorte é atirado no dilema
do caminho em busca de felizes inventos
abraçados à vida, coreando com mil vozes misteriosas
o ritmo pertinaz dos seus latexados.
Espero e sinto porque quero fechar os meus olhos
para ouvir como se afastam com o vento
os suspiros que se perdem no ar abovedado
da minha mente. Onde vivem os sentidos.
Veludo na minha mente sempre foram as caricias
dessas mãos, pele de seda, que as sinto
fechando os meus olhos, dando renda solta
no vaivén da memória ao fluir dos recordos.


No hay comentarios: