Archivo del blog

jueves, 11 de julio de 2019

Un verso acordado P 2

De Rabal a Vilarelho
2.- Vilarelho
e).- Un verso acordado  P 2



Nº 2

No velho bacelo do “Senha”
cacei borboletas azuis,
cacei sonhos e ilusões,
cabalinhos de cartão
que trotabam para o céu.
No velho bacelo do “Senha”
apanhei uvas encantadas,
bagos redondos de prata,
ácios sangrantes de sumo
zurrichando para o chão.
No velho bacelo do “Senha”
olhei borboletas ligeiras
levar os gemidos do vento,
levar os recendos da erva
polos xebros retorcidos,
polas cepas dos vieiros. 


No hay comentarios: