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Vais polo mundo e
sofres,
o teu corpo vai-se desmembrando, primeiro cai-te uma vida e sentes dor na alma. Sentas-te no descanso do esquecimento, e quando parece que estás curado sentes dor no coração, queda-te atrás outra vida, mas acompanha-te o sofrer, e volves-te sentar no tempo, esquecendo, mas o descanso jamais chegará ao teu corpo, nem aninhará na tua alma. Arrancas os cabelos com desespero, tragas a amargura e endurecê-te a pertinaz repetição do indesejável feito, e morres, sem morrer o teu corpo, e segues porque o lugar comum to dita, a frase feita, todos os seres, os que sofrem e os que esperam, os que com a sua impotência levantam os olhos ao Céu e perguntam-se, gritando ao vento, Existes, Santo Deus, ou és invento? |
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miércoles, 15 de mayo de 2019
QUANDO FECHO OS OLHOS-2
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