2.- Vilarelho
g).- À procura do pensamento P 3
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Nº 3
Voltaste a acender essa luz
no escuro devir da minha alma, puseste luminosos sentimentos, doces beijos, alouminhos mornos
nos lábios dos meus recordos.
E penso-te sem esforço e lembro o movimento doce dos teus olhos cor de mel
no sentido do meu ser.
Segues plasmando no meu peito a firma eterna da tua presença quando eu morro por ver-te
com os
olhos da minha mente,
com a dor da minha eterna pena. Voltaste a acender essa luz na cegueira da minha morada fria, sem brilho e fria, vazia, onde a tua ausência é tão presente que me namora a tua olhada, e sinto que os teus olhos só estão beijando latejos no meu coração. |

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